Como combinar cores sem errar
Existem três esquemas de combinação que resolvem quase todo projeto residencial. Conhecendo os três, você para de escolher no escuro.

Combinar cor não é questão de gosto refinado, é questão de relação entre matiz, saturação e claridade. Três esquemas cobrem a maior parte das situações de um projeto residencial.
Monocromático: uma cor, várias claridades
Escolha uma cor e trabalhe com versões mais claras e mais escuras dela. Azul Horizonte na parede, Azul Serrano em um nicho e Marinho Noturno na marcenaria formam um conjunto coeso e difícil de errar.
É o esquema mais seguro e o que melhor funciona em ambientes pequenos, porque não fragmenta o espaço.
Análogo: cores vizinhas na cartela
Cores que ficam próximas no círculo cromático convivem naturalmente. Verde Sálvia com Folha de Chá e Menta Fria, ou Terracota Toscana com Ocre Mineiro e Argila Rosada. O resultado é sempre harmônico, com mais variação que o monocromático.
Complementar: cores opostas, em proporção desigual
Aqui está o esquema mais arriscado e o mais interessante. Cores opostas — azul e laranja, verde e vermelho — criam tensão visual. O segredo é a proporção: uma domina o ambiente e a outra aparece em área pequena.
Azul Profundo em três paredes com um nicho em Mostarda Solar funciona. Metade e metade não funciona.
A regra que vale para os três
- Mantenha a saturação no mesmo patamar: cores lavadas com cores lavadas, saturadas com saturadas.
- Sempre inclua um neutro para dar respiro ao conjunto.
- Distribua em 60 / 30 / 10 — base, secundária, contraste.
- Considere o piso como uma das cores do projeto. Ele ocupa mais área que qualquer parede.
Conteúdo produzido pela equipe técnica da Vértice Tintas. As recomendações são orientações gerais — para especificação de obra, consulte a ficha técnica do produto ou fale com o nosso suporte pelo SAC 0800 015 2000.